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Dois extremos iguais, um equilíbrio frágil

Somos dois extremos Somos iguais Somos incapazes Somos inconstantes Somos incoerentes Somos o impossível Somos o óbvio Somos luz Somos trevas Somos raros Somos únicos Somos uma ironia Somos o impensável Somos um desejo Somos uma realidade Somos um costume Somos o que escondemos Somos o que sentimos Somos o que não podemos ser Somos uma resistência Somos uma batalha Somos tudo

A batalha enfadonha pelo caos

O que faz da minha poética tão enfadonha?
Como solver um problema tão próprio e cheio de eus?
Como se desfazer de mim?
É uma batalha que travo em meu cérebro cansado e com sono,
e usando o velho truque o tempo todo.
Faço minha mente lutar contra ela mesma,
até que ela perca toda sua forma
e vença todo o peso do mundo.
Até ela se tornar como eu
e o chato seja interessante.
tal como um paradoxo de mim mesmo


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gritos silenciosos

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